Sentir demais é uma merda! Quando se trata de sentimentos bons até certo ponto é uma dadiva Mas quando se trata de sentimentos ruins é um fardo Um fardo que nem sempre se consegue carregar Pense em uma formiga carregando uma pedra Certamente será esmagada Quase sempre eu sou a formiga Sinto tanto que o sentimento me consome A tristeza, a raiva, o remorso, a agonia, a angústia e principalmente a ansiedade O mal do século Ela é a minha pedra no sapato, a minha pedra no caminho e a pedra que me esmaga Eu sou a formiga!!!!
Encontro-me sem palavras e se tratando da minha pessoa, isso não é comum costumo falar mais que a boca pergunto "tudo bem?" até para as paredes e portas escrevo mais de uma dúzia delas no meu bloco de notas transformo-as em textos sem dificuldade escolho a dedo as que vou usar para construir afeto acabo vomitando várias erradas quando me zango elas escorrem de minha boca com tanta facilidade às vezes sequer percebo as minhas favoritas são as mágicas obrigada, por favor, com licença... tem algumas que carregam sentimentos bons outras sentimentos ruins tem diversas que não deveriam nem ser ditas ou até mesmo escritas em contrapartida, tem outras que eu gostaria de escutar mais de uma vez ou até mesmo que escrevessem elas com mais frequência a minha falta de palavras se trata por ter dito elas por tantas vezes ter até escrito elas por falta da audição empática alheia fui forçada a gritar na esperança de enfim ser ouvida porem, não se pode ser compreendid...
Agradeço: As lágrimas que caem em dias chuvosos Os desencontros das páginas do meu livro A solidão de um domingo As músicas tristes que matam minhas borboletas no estômago Os abandonos do corpo As minhas cicatrizes O encontro de olhar com um estranho O toque de uma pele conhecida A um céu estrelado Ao álcool que dominou meu corpo A criança que habita em mim As músicas que já cantei Ao amor das minhas vidas Ao cheiro de terra Aos meus poemas internos Ao sorriso da senhora de cabelo rosa A minhas loucuras da madrugada Ao coração que abriu sua porta pra mim Ao corpo que me fez de abrigo A cidade ao anoitecer Ao nascer do sol E a tudo que me fez viver
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